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segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Bruuuuuuuuuuxxo!

Sem comentários!

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Em casa de Alentejano...

Foi no dia 16 de Dezembro último que eu e o Carlos 30, fomos a um petisco (foi só mais um jantar de Natal) a Pereira, a casa do Pedro Gamito, alentejano de gema, organizado pelos camaradas (da bola) que laboram na Instituição onde trabalhei.
Claro que, após umas cervejas e uns copos de espumante bem bebidos, como não há bexiga que aguente, havia necessidade de vazar a dita cuja. Foi o que fiz...
... eis aqui, do lado direito, o local do vazamento... ... porém, o que me chamou a atenção foi o objecto ao lado da sanita...

Moral da história:

- Em casa de alentejano, depois de uma boa cagada, há que descansar um pouco!!!...

domingo, 2 de agosto de 2009

O último ensaio.

Entrados que estamos em Agosto, os nossos artistas preparam-se afincadamente para não deixar "créditos por mãos alheias" durante as festividades da Nª. Srª. da Nazaré.
O Ruizito (da Ribeira) não é excepção. Ei-lo preparando o último ensaio.
Verificando o som da concertina.

Já em pleno ensaio, em transe profundo...

Para este artista, a concertina não é um complemento, mas sim o prolongamento do próprio.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Mais valia!

Vi esta caricatura num qualquer blog e não quis deixar de a partilhar.
Deveriam ter visto, um tipo, a rir sòzinho antes das sete e meia da manhã!
Bela maneira de começar o dia.


terça-feira, 21 de abril de 2009

Parece o "Tonito Codó"


Um motociclista ia a 130 Km à hora quando, de repente, deu de encontro com um pombo correio que também ia a alta velocidade e que não conseguiu esquivar-se. PANG...
Pelo retrovisor, o tipo ainda viu o bicho dando várias piruetas pelo ar até ficar estatelado no asfalto.
Não podendo esconder no remorso, parou a mota e regressou para socorrer o pobre bicho. O pombo lá estava, inconsciente, quase morto, com uma asa ferida.
Era tal a angústia do homem que, recolheu a ave, comprou uma gaiola e levou-o para casa. Tratou-lhe a asa e teve o cuidado de deixar um bocado de pão e água para o acidentado.
No dia seguinte, o pombo recupera a consciência. Ao despertar, vendo-se preso, cercado por grades, com o pedaço do pão e a vasilha da água no canto da gaiola, leva a asa à cabeça e grita:
- Valha-me Deus!... Matei o gajo da mota!